Jair José Grigório Junior
O blog do Jair
segunda-feira, 30 de maio de 2016
Floresta Amazônica
Olá. Segue excelente sugestão de vídeo para o trabalho envolvendo o conteúdo sobre a floresta amazônica. Vale a pena assistir.
quinta-feira, 19 de maio de 2016
quinta-feira, 28 de abril de 2016
RÓTULOS
PLANO
DE AULA
Tema:
Rótulo
PLANO
DE AULA
Tema:
Rótulo
Duração:
2aula
Objetivo:
Pesquisar rótulos, a fim auxiliar na leitura
Encaminhamento:
Pedir para as crianças pesquisarem diferentes tipos de rótulos,
após selecionar com as crianças rótulos de higiene, trabalhar sua
utilidade, a primeira e a última letra, realizar a tentativa de
leitura da embalagem, escrever com as crianças outras palavras com a
letra inicial. Confecção de um boneco feito com es embalagens
trazidas pelos alunos, brincar de jogar as embalagens na sua boca,
onde o aluno irá tentar a tentativa de leitura da embalagem.
PLANO DE AULA
OBJETIVO:
* ESTIMULAR O INTERESSE
PELA LEITURA;
*TRABALHAR A ORALIDADE;
*ESTIMULAR A IMAGINAÇÃO
DOS ALUNOS;
ENCAMINHAMENTO: EM RODA
DE CONVERSA APRESENTAR A LITERATURA “CHAPEUZINHO VERMELHO”, APÓS
CONVIDAR OS ALUNOS A ILUSTRAR A HISTÓRIA, EM SEGUIDA USANDO A
IMAGINAÇÃO DAS CRIANÇAS DISTRIBUIR MASSINHA DE MODELAR PARA CADA
UM FAZER SUA PRÓPRIA HISTÓRIA.
1° MOSTRAR O VÍDEO DA HISTÓRIA CHAPEUZINHO VERMELHO; APÓS DISTRIBUIR AOS
ALUNOS QUE FOLHAS DE SULFITE PARA QUE FAÇAM A ILUSTRAÇÃO DA MESMA.
2° DIA RELEMBRANDO A
HISTÓRIA, INSTIGAR AS CRIANÇAS A FALAREM SOBRE OS PERSONAGENS QUE
APARECEM NA LITERATURA; EM SEGUIDA DISTRIBUIR MASSINHA DE MODELAR
PARA CADA ALUNO USANDO A IMAGINAÇÃO REPRESENTANDO SUA PRÓPRIA
HISTÓRIA.
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Ano 2014
Mais um ano se passou e novas amizades construímos, algumas momentâneas, outras duradouras.
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Soneto do Amigo
Soneto do amigo
Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.
Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.
O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...
Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.
Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.
O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...
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